Mergulhe num oceano de cores .
Graças ao conceito CUSTONG® da Tribord, os seus chinelos são personalizáveis, mude a cor das correias em função das suas preferências...
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Mergulhe num oceano de cores .
Graças ao conceito CUSTONG® da Tribord, os seus chinelos são personalizáveis, mude a cor das correias em função das suas preferências...
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Concebido paradescobrir a prática do disco Golfe com toda a segurança. Um alvo e 2 discos vão-lhe permitir jogar em qualquer lugar e como quiser.
Em família ou entre amigos, nada mais simples, invente o seu percurso, coloque o alvo e arranque! O primeiro a chegar ganha.
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Imperméable & respirant avec doublure de transfert
Conçu pour le pratiquant junior OCCASIONNEL de navigation côtière qui souhaite se protéger de la pluie, des projections d'eau et du vent.
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Concebido paraNIÑOS a partir de 6 años. Utilizar preferentemente con un bañador y un top para limitar las rozaduras cutáneas.
La mayoría del producto:
The Pocket Surf.
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Conçu pour la pratiquante REGULIERE de la voile habitable en croisière semi-hauturière ou en régate.
Cette veste imperméable est idéale pour pratiquer la voile même par temps doux ou pluvieux! Dotée d'un traitement respirant, elle permet de conserver la peau dans un environnement sec.
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Um truque para enfiar mais rapidamente o seu fato de mergulho consiste em utilizar um saco plástico para permitir passar mais facilmente os pés e evitar que se prendam ao neoprene.
Outro truque é pedir a alguém que sopre nas mangas para passar mais facilmente os braços.
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Movimento que consiste em fazer puxar o papagaio sobre o ventre, e depois soltá-lo para voltar a voar.
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Movimento a efetuar após uma queda, quando o papagaio tiver o nariz no chão. Este movimento consiste em dobrá-lo sobre si mesmo para que se posicione sobre as asas, com o nariz voltado para o céu, pronto a voar.
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Este movimento consiste em empurrar com uma mão para iniciar a viragem e depois com a outra mão para parar.
Este tipo de viragem reduz a velocidade do papagaio chegando mesmo a pará-lo em vôo.
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Para um passeio durante o dia até 6 milhas da costa (1 milha náutica = 1 852 metros), existe material obrigatório e material muito recomendado :
Material obrigatório :
-Colete salva-vidas
-Um cabo de reboque munido com um mosquetão, com um comprimento no mínimo igual ao comprimento da embarcação.
-Uma pagaia de salvamento
-Um vertedouro
-Um cabo de segurança
-Um meio de sinalização luminosa (lanterna flash, bastão luminescente, ...)
Material recomendado :
-Proteção solar (chapéu, óculos de sol, creme solar)
-Água e alimentos de apoio
-Saco e cantis estanques
-Bolsa de primeiros socorros e faca
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Para um passeio durante o dia até 6 milhas da costa (1 milha náutica = 1 852 metros), existe material obrigatório e material muito recomendado :
Material obrigatório :
-Colete salva-vidas
-Um cabo de reboque com um mosquetão, com uma largura no mínimo igual ao comprimento da embarcação.
-Uma pagaia de salvamento
-Um vertedouro
-Um cabo de segurança
-Um meio de sinalização luminosa (lanterna flash, bastão luminescente, ...)
-Uma bússola
-Três foguetes de emergência
-Um meio de sinalização sonora (corneta ou apito)
-Uma carta marítima da zona de navegação em questão
-Um espelho de sinalização
Material recomendado :
-Proteção solar (chapéu, óculos de sol, creme solar)
-Água e alimentos de apoio
-Saco e cantis estanques
-Bolsa de primeiros socorros e faca
-Um rádio VHF estanque ou uma bolsa estanque, telemóvel, GPS
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Para nadar, basta esticar-se o mais possível, pernas e pontas dos pés esticados e movimentos de tesoura calmos com as pernas.
É inútil fazer movimentos parasitas com os braços o melhor é mantê-los ao longo do corpo.
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Remar de forma a chegar perpendicularmente à praia.
Quando sentir que há muito fundo, saia de lado e pegue no caiaque para o levar até à praia.
Uma vez na areia transporte o seu caiaque numa mão e a pagaia na outra. Se houver ondulação, mantenha sempre o caiaque perpendicular à praia.
Em caiaque 2 lugares :
O mesmo método do anterior : o caiaquista da frente desembarca em primeiro lugar.
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Reme de forma a chegar paralelamente ao pontão.Coloque a pagaia no pontão e saia utilizando os braços, fazendo o mínimo de força nas pernas para não afastar o caiaque. Passe para a posição de sentado no pontão mantendo os pés no caiaque.
De seguida coloque-o sobre o pontão.
Em caiaque 2 lugares :
O mesmo método do anterior : O 1ª sai da embarcação enquanto que o 2º a estabiliza prendendo-se ao pontão. O 1º, segura o caiaque enquanto que o 2º sobe por sua vez para o pontão.
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Deverá entrar sempre na água perpendicularmente à costa de forma a enfrentar as ondas de frente (se entrar paralelamente à costa corre o risco de se virar).
Transporte o caiaque desde a beira-mar até ao local onde a embarcação possa flutuar (nem muita nem pouca água).
Sente-se atrás do assento e da braçola mantendo o peso do corpo principalmente sobre os pés.
Coloque as pernas em 1º lugar e depois deslize as nádegas sobre o assento. Ao sentar-se, levante o saiote para não se sentar sobre ele acidentalmente.
Uma vez sentado na embarcação, a forma mais simples de o fixar é começar pela parte detrás da braçola e avançar simultâneamente dos dois lados. A partir do momento em qua o saiote está colocado pode começar a remar.
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Deverá entrar sempre na água perpendicularmente à costa de forma a enfrentar as ondas de frente (se entrar paralelamente à costa corre o risco de se virar).
Transporte o caiaque desde a beira-mar até uma zona em que flutue, de seguida sente-se no caiaque (as nádegas em primeiro lugar) apoiando-se nas duas mãos colocadas de cada lado do caiaque. A partir do momento em que está instalado começe a remar.
Em caiaque 2 lugares :
O mesmo método do anterior : o que está à frente monta em 1º enquanto o outro estabiliza a embarcação
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Coloque o caiaque na água paralelamente ao pontão.
Instale-se sentando-se na borda e colocando os pés em primeiro lugar em cado lado do caiaque.Afaste-se da borda (com a mão ou a pagaia) e começe a remar.
Em caiaque 2 lugares :
O mesmo método do anterior : o que está à frente monta em 1º enquanto o outro estabiliza a embarcação
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Coloque o caiaque na água paralelamente ao pontão.
Instale-se sentando-se na borda e colocando os pés em primeiro lugar em cado lado do caiaque.Ao sentar-se, levante o saiote para não se sentar sobre ele acidentalmente.
Uma vez sentado na embarcação, a forma mais simples de o fixar é começar pela parte detrás da braçola e avançar simultâneamente dos dois lados. Afaste-se da borda (com a mão ou a pagaia) e começe a remar.
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Para enfiar mais facilmente o seu fato de caça submarina, vai necessitar de uma garrafa de água com detergente (uma tampa de de gel duche biodegradável numa pequena garrafa de água é o suficiente)
O ato de revirar a parte superior das calças faz com que seja mais fácil o casaco aderir tornando o conjunto mais hermético.
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O saiote é um elemento muito recomendado para a prática de caiaque sit in.
Quer seja em tecido ou em neoprene, impede a água de entrar pela braçola do caiaque.
É importante colocar o saiote sob o seu blusão ou colete salva-vidas.
Uma vez sentado na embarcação, a forma mais simples de o fixar é começar pela parte detrás da braçola e avançar simultâneamente dos dois lados.
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Efetue o mesmo movimento circular que para virar, ou seja um arco de círculo afastando a pala o mais possível do bordo do caiaque (braço estendido).
Efetue de seguida o mesmo movimento circular atrás, ou seja do outro lado partindo de trás para a frente, imerga a pala o mais longe possível para trás girando o seu tronco e efetue um arco de círculo afastando sempre a pala o mais possível do bordo do caiaque.
Repita este movimento várias vezes alternadamente de cada lado até ter completado a meia-volta.
Em caiaque 2 lugares :
O movimento é o mesmo do anterior, o caiaquista da frente efetua o movimento de frente para trás enquanto que o caiaquista de trás efetua o movimento de trás para a frente.
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Adernar significa inclinar-se para o lado.
Adrenar permite fazer melhor uma viragem.Para adernar de um lado, é necessário empurrar o lado oposto para cima com o joelho mantendo o equilíbrio com o tronco fletido na direção oposta ; é necessário distinguir o movimento do tronco do movimento das pernas.
Olhar na direção do horizonte ajudá-lo-á a manter o equilíbrio.
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Os pés são posicionados nos apoios de pés por forma a que as pernas não estejam nem muito esticadas nem muito dobradas. Os joelhos devem estar posicionados contra os bordos do caiaque.A posição das pernas é essencial para um bom equilíbrio da embarcação, para manter as costas direitas, o corpo relaxado e ligeiramente inclinado para a frente.
Relaxe os músculos abdominais e dorsais para fazer o contrapeso aquando dos desequilíbrios do barco.
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Os pés são posicionados nos apoios de pés por forma a que as pernas não estejam nem muito esticadas nem muito dobradas. Os joelhos devem estar posicionados contra os bordos do caiaque.A posição das pernas é essencial para um bom equilíbrio da embarcação, para manter as costas direitas, o corpo relaxado e ligeiramente inclinado para a frente.
Relaxe os músculos abdominais e dorsais para fazer o contrapeso aquando dos desequilíbrios do barco.
Em caiaque 2 lugares :
O mesmo método do anterior : o mais pesado dos 2 ficará posicionado na parte traseira do caiaque. Os 2 caiaquistas devem colocar-se de forma a que a embarcação fique equilibrada e o mais plana possível sobre a água.
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Não é necessário ir longe, mergulhar a grande profundidade ou ter equipamento sofisticado para descubrir o fundo do mar, o snorkeling oferece-lhe descobertas fantásticas, momentos de prazer, de convívio e de boas recordações.
Antes de partir para fazer snorkeling pela primeira vez, sugerimos que se familiarize com o seu material.
Alguns gestos simples são suficientes, começe por estar dentro de água com a sua máscara e ajuste-a se necessário. Depois habitue-se a respirar com um tubo, pode acontecer a água entrar para o interior do tubo, nesse caso basta soprar com força de uma só vez para a água sair.Uma vez dentro de água, para proteger a flora e a fauna submarina, não deverá tocar em nada com as mãos ou com as barbatanas.
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O nó garra de gato é utilizado para prender rapidamente as linhas num papagaio.
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O nó de pescador é um nó para travar. Este nó impede a corda de sair de um buraco ou de uma polia.
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O nó de oito é o nó de bloqueio por excelência.
É utilizado para bloquear a extremidade de uma corda em fim de curso.
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O nó em volta de cunho é um nó de amarração.
Permite prender solidamente uma corda a um cunho.
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Os nós utilizados para a montagem são os nós garra de gato.
coach video nós garra de gato:
Fases a respeitar:
Etapa 1: desembalar a barra
Étape 2: desdobrar a vela
Étape 3: desenrolar as linhas
Étape 4: prender as linhas à vela respeitando o código de cores
Etapa 5: Separar bem cada linha
Etapa 6: prender as linhas à barra : os travões (cinzento e amarelo) à parte exterior da barra, e os avanços (azul e vermelho) ao interior.
Etapa 7: Pronto para descolar
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Sem mudar o sentido da pagaia, imerga a pala na água junto do caiaque e o mais longe atrás de si.
Empurre a pagaia ao longo do caiaque para a fazer sair ao nível da sua bacia. Inicie o movimento virando o peito do lado do movimento. Empurre o pé do lado do movimento contra o apoio de pé.
Em caiaque 2 lugares :
O mesmo método do anterior : os 2 caiaquistas devem remar de forma simétrica e sincronizada (remam ao mesmo tempo do mesmo lado)
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O seu caiaque virou-se e voçê está dentro de água ; vai ter que virar o caiaque, existem 2 métodos:
- ou empurrando de baixo para cima sobre o bordo do caiaque
- ou subindo para a estrutura virada para pegar no bordo oposto e puxar para cima.
Com a pagaia na mão, apoie os cotovelos no bordo do caiaque e posicione o seu corpo o mais horizontal possível sobre a água.
Suba perpendicularmente ao caiaque com a ajuda dos braços e das pernas empurrando a água.
Numa primeira fase, estabilize a sua posição equilibrando o peso do seu corpo. Uma vez estável e em equilíbrio sobre o caiaque, sente-se e de seguida posicione as pernas (não vale a pena tentar subir para o caiaque com as pernas em primeiro lugar).
Em caiaque 2 lugares :
O mesmo método do anterior : os 2 caiaquistas não sobem ao mesmo tempo. Enquanto o da frenta sobe, o outro estabiliza a embarcação.Enquanto o 2º sobe, o outro já sentado estabilizará a embarcação com a pagaia.
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Sozinho ou a dois, retirar o fato de caça submarina exige um cuidado especial.
Não segurar diretamente o neoprene (interior do fato) para evitar os rasgões.
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Para poder desfrutar, basta equipar-se com barbatanas, uma máscara e um tubo.
A utilização de um fato, de um shorty ou de um top em neoprene é uma mais valia uma vez que proporciona conforto térmico e proteção solar.
Para poder flutuar nas melhores condições, recomenda-se a utilização de bóias de snorkeling insufláveis. Os seus primeiros passeios de snorkeling serão mais fáceis e seguros.
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Ao utilizar o método da "mão direita fixa & mão esquerda deslizante" (cf « Equilibrar a sua pagaia») Imerga a pala da pagaia na água quase verticalmente junto ao barco e afastada de si.De seguida, empurre a pá ao longo do bordo do caiaque fazendo-a sair ao nível da sua bacia (não vale a pena ir mais longe para trás, isso iria desequilibrá-lo)
Inicie o movimento virando o tronco do lado do movimento.
Na realidade, remar não é um movimento de braços mas sim um movimento coordenado entre braços, tronco e pernas. Para maior apoio na parte baixa do seu corpo, apoie o pé situado no lado do movimento sobre o respetivo apoio de pé.
Mantenha as costas bem direitas e o peito ligeiramente inclinado para a frente durante todo o movimento.
A força deve vir do tronco e não dos braços.
Em caiaque 2 lugares :
O mesmo método do anterior : os 2 caiaquistas devem remar de forma simétrica e sincronizada (remam ao mesmo tempo do mesmo lado)
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Cair em caiaque sit in não é uma fatalidade, nem forçosamente um perigo (mesmo que não se domine as técnicas de esquimotagem).
Quando o caiaque se vira o mais importante é não entrar em pânico : desaperte o saiote pela frente puxando a pega e saia da embarcação tranquilamente fazendo força nos braços e nas pernas.
Uma vez fora do caiaque, segure a pagaia e o caiaque (perdê-los no mar seria problemático...)
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A parte côncava da pala da pagaia (face de potência) deve estar de frente para si. A maioria das pagaias são assimétricas, o lado assimétrico da pala (lado cortado) está dirigido para o fundo.
A largura aconselhada entre as mãos é aproximadamente a distância entre os seus cotovelos. Para verificar se as mãos estão bem colocadas sobre o cabo da pagaia, coloque a pagaia no ar e faça um ângulo reto com os cotovelos.
Em seguida para remar: O braço direito é o braço de controlo. Isto significa que a mão direita aperta o cabo e não pode mover-se durante os movimentos, o ângulo da pala é controlado girando o seu punho direito. A mão direita permanence fixa e não se move, o cabo desliza na mão esquerda
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Contrariamente ao movimento da pagaia de propulsão, para avançar deverá efetuar um arco circular afastando a pagaia o mais possível do bordo do caiaque (braço estendido).
Se necessário, repita este movimento várias vezes do mesmo lado (o lado oposto à direção que pretende tomar) até alcançar o rumo pretendido.
Em caiaque 2 lugares :
O mesmo método do anterior : os 2 caiaquistas devem pagaiar de forma simétrica e sincronizada (remam ao mesmo tempo do mesmo lado)
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É aconselhável praticar caiaque com várias pessoas. Assim, se o caiaque se virar e se cair à água, poderá contar com a ajuda do seu companheiro.
O caiaquista dentro de água vai segurar as 2 pagaias e prender-se à parte da frente do caiaque mantendo-se o mais verticalmente possível para estabilizar o caiaque.
Durante esse tempo, o caiaquista irá virar sobre si (prependicularmente) o caiaque invertido por forma a esvaziá-lo.
De seguida, os 2 caiaques estarão paralelos e será o caiaquista sentado na sua embarcação quem deverá segurar as pagaias e estabilizar os 2 caiaques.
Durante este tempo, o outro sobe para o seu caiaque apoiando-se nos 2 caiaques (colocando as mãos bem no centro dos caiaques para que estes não se virem).
De seguida, voltar a colocar o saiote.
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Apesar de não ser recomendado navegar sozinho, a seguir indica-se uma técnica que permite esvaziar o caiaque e reembarcar sozinho com a ajuda de um flutuador de pagaia.
Comece por voltar o caiaque, de seguida prenda o flutuador à sua pagaia e encha-o bem.
Este vai servir de ponto de apoio para subir para dentro do caiaque.
Para isso, coloque a pagaia prependicularmente ao caiaque com a pala sem flutuador colocada atrás da braçola.
Com uma mão segure a pagaia e a braçola e coloque o braço sobre o cabo da pagaia. Segure o outro braço ao cabo de segurança no lado oposto ou no bordo da braçola.
Eleve-se apoiando-se nos braços e prendendo a perna sobre o cabo da pagaia junto do flutuador.
Deslize uma perna para dentro do caiaque e depois a 2ª perna, gire o corpo para se poder sentar.
De seguida esvazie o caiaque com uma bomba de mão e/ou uma esponja e volte a colocar o saiote.
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Nicolas Capdeville, é triplo campeão do mundo de bodyboard e parceiro técnico da Tribord
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Cet été, TRIBORD s'associe pour la première fois à Paris Plages et installe, au bord du bassin de la Villette, un simulateur de vagues géant. L'occasion de découvrir les joies de la glisse grâce au Splizer, le nouveau surf pocket de TRIBORD !
Le simulateur de vagues sera ouvert du 21 juillet au 21 août, de 13h à 19h.
Pour les enfants à partir de 6 ans (1,20m)
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O leash é um elemento de segurança indispensável no surf. Faz com que não perca a prancha na primeira queda
Está ligado à prancha através de um cordão
Deverá fazer um nó resistente e não deixar o cordão muito comprido, uma vez que se as vagas forem grandes o cordão poderá danificar-se na parte traseira da prancha (a cauda)
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O pad é um acessório de surf que permite fazer aderir o pé traseiro à prancha.
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O leash é um elemento de segurança indispensável na prática de Bodyboard.
Permite não perder a prancha aquando de uma queda e evitar que as pessoas que estão à volta sejam atingidas pelo impacto da mesma.
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Para instalar uma câmera Gopro sobre um bodyboard, vai necessitar de um plug, rebites e de um conjunto de montagem Gopro (suporte adesivo).
Etapa 1 : Perfurar o plug
Etapa 2 : Colar o suporte Gopro sobre o plug
Etapa 3 : Perfurar o suporte seguindo os furos previamente feitos no plug.
Etapa 4 : Instalar os rebites
Etapa 5 : Colocar o plug no sítio sobre a prancha de bodyboard
Etapa 6 : Colocar a câmera sobre o respetivo suporte
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As diferentes etapas para a montagem de uma Gopro sobre uma prancha são as seguintes :
Etapa 1 : Remover a cera na parte da prancha onde se vai instalar a câmera Gopro.
Etapa 2 : Instalar o leash sobre a caixa.
Etapa 3 : Colar o adesivo sobre os 2 suportes (leash e Gopro)
Etapa 4 : Colar os 2 suportes sobre a prancha no local pretendido
Etapa 5 : Prender o leash ao seu suporte
Etapa 6 : Fixar a Gopro ao respetivo suporte
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A bacia é apoiada na parte traseira da prancha
Está apoiado nos cotovelos com o peito elevado
As mãos estão colocadas sobre o nariz da prancha (nas pranchas Tribord, esta parte é pré-formada para colocar as mãos corretamente)
Os pés e as pernas estão dentro de água com a prancha plana
O olhar deve estar direcionado para a frente
Para partir ao lado da onda, prende-se o lado da prancha (o rail) com a mão oposta ao lado para o qual se quer virar, de seguida inclina-se para o lado apoiando-se no lado interno do cotovelo.
Ex : para virar à direita, a mão direita permanece colada à parte frontal da prancha, a mão esquerda agarra o rail esquerdo e inclina-se para a direita apoiando-se sobre o cotovelo direito
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Os pés assentam sobre a parte de trás da prancha
O umbigo fica ao meio da prancha
O apoio é feito sobre os lados e as coxas.
Os ombros estão elevados, o peito para fora e os lombares contraídos
O olhar deve ser para cima e não para o nariz da prancha
A posição variará ligeiramente em função da sua estatura e da prancha
O importante será encontrar o equilíbrio (muito à frente = o nariz da prancha vai colar, muito atrás = não avançará)
Quanto mais plana for a prancha, melhor será o deslize (conselhos : manter os ombros elevados)
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A partir do momento em que a posição é assimilada, pode lançar-se nas ondas pequenas à beira mar (as espumas)
Quando a onda chega por trás, é preciso nadar para ganhar velocidade e deixar-se deslizar até à beira-mar.
Para fazer as primeiras viragens, segure-se ao lado da prancha (o rail) com a mão oposta ao lado para onde quer virar, de seguida incline-se para o lado
Ex : para virar à direita, a mão direita permanece colada à parte frontal da prancha, a mão esquerda agarra o rail esquerdo e inclina-se para a direita apoiando-se sobre o cotovelo direito
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A partir do momento em que a posição é assimilada pode lançar-se nas pequenas ondas à beira-mar (as espumas).
Deixe-se deslizar até à ponta, mantendo o equilíbrio e sem perder a velocidade (sem tentar levantar-se por enquanto)
As mãos deverão estar apoiadas dieitas na frente. Para sentir melhor o equilíbrio e o comportamento da prancha, pode afastar os braços e fazer o avião
Para ganhar velocidade à partida, pode pedir a ajuda a alguém para o empurrar na onda
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O aumento de velocidade é essencial em bodyboard como em todos os desportos de deslize. Permite seguir as ondas rápidas e executar figuras mais radicais, como as aéreas.
Para criar velocidade, é necessário fazer avançar o corpo sobre a prancha.
Ao efetuar uma série de movimentos do corpo alternando uma deslocação do peso do corpo para a frente durante a fase de descida (que tem como finalidade o apoio na parte da frente da prancha) com uma deslocação do peso corpo para a parte de trás durante as fases de subida (que tem como finalidade aliviar a prancha), efetua uma trajetória ondulatória que vai criar velocidade.
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Esta figura corresponde a um 360° em que o sentido de rotação é para o interior da onda.
Para o efetuar é necessário avançar o corpo sobre a prancha, com a a bacia praticamente a meio da prancha e as pernas elevadas para eliminar as fricções.
De seguida, segurando o canto interior dianteiro da prancha, dê um impulso para efetuar a rotação.
A prancha gira em volta do canto seguro.
Cruzar as pernas para aumentar a rotação.
Colocar todo o peso do corpo no centro da prancha.
Para parar a rotação basta colocar as barbatanas dentro de água.
Acompanhar o movimento dos olhos antecipando a trajetória.
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O cut back é uma manobra básica em bodyboard.
Permite ao bodyboarder voltar ao ponto de rebentação da onda, aí a energia e a velocidade alcançada pelo bodyboarder é a máxima.
Trata-se de subir para a crista da onda antes de efetuar uma viragem em S. É necessário apoiar-se sucessivamente no rail interno, depois no externo e depois no rail interno. Durante as viragens, o corpo não se mexe tratando-se apenas de uma transferência de peso do corpo. Uma vez entrado no centro de energia da onda, inicie uma contra viragem para voltar no sentido da rebentação.O olhar é muito importante durante toda a manobra uma vez que vai antecipar a parte da onda onde pretende dirigir-se.
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O El rollo é uma figura aérea que consiste em efetuar uma rotação servindo-se da impulsão do lip e do oco da onda.
Acompanhar o lip com o olhar e depois subir ao lip aquando da quebra da onda, efetuar uma rotação projetando a cabeça para trás e descolando-se da prancha.
Nesse momento apertar a prancha contra si para se virar e aterrar na parte inferior da onda.
Estique os braços para aterrar e dobre-os para amortecer o choque.
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O bico-de-pato permite passar debaixo da onda sem se voltar. Faz-se num só movimento, é preciso mergulhar no momento certo, nem muito cedo (vai voltar à superfívie antes da chegada da onda), nem muito tarde (o pato não não será eficaz e dará a volta) a mais ou menos 2m do ponto de rebentamento. O bico-de-pato divide-se em 3 fases que devem estar interligadas.
É necessário manter a prancha nos rails à altura do peito.
1 - Mergulhar a prancha na água esticando os braços, de seguida
2 - Apoiar o joelho na parte traseira da prancha mantendo as nádegas elevadas, o outro pé fica esticado e mantém o equilíbrio fora de água. O joelho empurra para o fundo o mais possível, para
3 – colocar o corpo contra a prancha.
oriente de seguida o nariz da prancha para cima para voltar à superfícieAumente a velocidade a partir do momento que chega à superfície.
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O bico-de-pato permite passar debaixo da onda sem se voltar. Faz-se num só movimento, é preciso mergulhar no momento certo, nem muito cedo (vai voltar à superfívie antes da chegada da onda), nem muito tarde (o pato não será eficaz e dará a volta) a mais ou menos 2m do ponto de rebentamento. O bico-de-pato divide-se em 3 fases que devem estar interligadas.
Deverá manter a prancha nos rails à altura do peito.
1 - Mergulhar a prancha na água esticando os braços, de seguida
2 - empurrar com o pé a traseira da prancha mantendo as nádegas elevadas, o outro pé fica esticado e mantém o equilíbrio fora de água.A perna e o pé empurram a prancha para o fundo o mais possível.
3 - Uma vez a prancha para baixo, oriente de seguida o nariz da prancha para cima para voltar à superfície.
Coloque as mãos no nariz da prancha e aperte-a contra si para voltar à superfície.
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Da mesma forma que se é destro ou esquerdino, os surfistas têm um pé de apoio preferido. Se o surfista coloca o pé direito na frente da prancha, terá uma posição tipo « Goofy ». No caso de ser o pé esquerdo, o surfista terá uma posição do tipo « Regular ».
Para determinar este pé, coloque-se de pé com os pés juntos, corpo direito e olhos fechados. Descontraia-se. Peça a alguém do seu grupo para o empurrar nas costas com força por forma a fazê-lo inclinar-se para a frente. A perna que colocar à frente instintivamente para não cair será o seu pé da frente !
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Montagem de patilhões numa prancha de surf epoxy.
Etapa 1 : Colocar os patilhões tendo em conta o seu perfil.
(Os patilhões são em geral assimétricos.)
Etapa 2 : Colocar os parafusos
Etapa 3 : Aparafusar
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Montagem de patilhões numa prancha de surf em espuma
Etapa 1 : Colocar os patilhões por baixo da prancha
Etapa 2 : colocar os parafusos
Etapa 3 : Apertar os parafusos
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Para se deslocar na água, pode utilizar as pernas e os braços, para maior eficácia é preciso praticar para manter a prancha de bodyboard plana
A partir da posição de base, poderá :
- Bater os pés mantendo-os bem debaixo de água
- Remar com os braços tentando alcançar a água o mais longe possível e empurrando-a para baixo da prancha. Se mantiver o peito para fora será mais eficiente
- Nadar e remar simultaneamente
- Para se poupar, tente alternar os 3
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Reparar um pequeno impacto numa prancha de surf :
Etapa 1 : Lixar a zona a reparar
Etapa 2 : Aplicar uniformemente a resina tipo solarez
Etapa 3 : Deixar secar ao sol
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A partir da posição de base, é necessário ir procurar a água o mais longe possível empurrando-a para baixo da prancha, um braço após o outro
O movimento deve ser amplo e suave (não vale a pena movimentar os braços rapidamente)
Os dedos encontram-se muito ligeiramente afastados, os ombros estão elevados para maior amplitude, o olhar fixa-se ao longe, na frente
O olhar deve ser dirigido para cima e não para o nariz da prancha
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Antes de entrar na água, é importante prender bem o leash ao braço, calçar as barbatanas e prender os leash das barbatanas, para evitar de as perder em caso de "turbilhão"
Avance para a água até meio das coxas depois deite-se sobre a prancha de barriga para baixo e nade
Dentro de água com as barbatanas nos pés, é muito mais fácil andar para trás do que para a frente
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é sempre necessário prender o leash ao pé antes de entrar na água.
O ponto de ataque do leash deve ser dirigido para o exterior sob pena de ficar preso durante a marcha na areia ou aquando do take off.
Avance na água até ao nível da cintura, de seguida deite-se sobre a prancha e nade.
Quando uma onda ou uma rebentação estiverem sobre si, evite-as para que a onda não o obrigue a recuar e o afaste da zona de surf.
Pode fazer "a tartaruga" virando-se sobre as costas ou "o pato" (ver o vídeo seguinte). Não lance a sua prancha para não magoar eventuais surfistas que estejam atrás de si.
Da mesma forma, não nade atrás dos outros sufistas para evitar este risco caso o surfista perca a sua prancha durante o pato.
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Como em todos os deportos, é importante fazer o aquecimento por forma a evitar lesões e para se sentir bem no seu corpo
Uma pequena corrida na praia irá ativar o seu sistema cardio-respiratório
De seguida, é importante aquecer os músculos e articulações que serão solicitados durante a prática (ombros, nuca, lombares, tornozelos e joelhos)
Cada movimento e alongamento deve durar no mínimo 20 segundos para ser eficaz
É aconselhável começar ou pela parte superior do corpo descendo progressivamente em direção aos membros inferiores, ou então pela parte inferior subindo em direção às partes superiores.
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Muito prático para trocar de roupa no parque de estacionamento ao abrigo dos olhares e do frio : o poncho deslize Tribord
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Uma vez mantida a posição e feito o primeiro deslize, é altura de se levantar.
Partindo da posição de deslize, deverá levantar as nádegas fazendo força sobre os braços e sobre a ponta dos pés
Deve manter o pé traseiro debaixo das nádegas, colocado perpendicularmente ao eixo da prancha
Apoiado sobre as mãos, faça força no pé traseiro e passe o pé da frente por entre as pernas
Faça força nas pernas e reposicione-se mantendo os tornozelos e os joelhos fletidos
A cabeça e o olhar devem estar na direção do sítio para onde quer ir.
Não se precipite para se levantar, aguarde para apanhar a onda (inicialmente a espuma)
Isto permite estabilizar a prancha graças à velocidade dada pela onda, sendo assim muito mais fácil levantar-se
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A cera permite deslizar menos sobre a prancha. É necessário aplicar cera regularmente nas zonas de contato com as pranchas.
A cera deve ser aplicada na prancha, nas zonas onde coloca as mãos, os braços e os cotovelos.
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A cera permite deslizar menos sobre a prancha. É necessário aplicar a cera regularmente na parte superior da prancha.
Aplica-se sobre a parte superior da prancha insistindo sobre as zonas onde assentam os pés.
Devará criar uma camada com uma espessura de 1 mm aplicando a cera sobre a prancha em movimentos circulares
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